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Administração

O QUE FAZ UM ZELADOR?

Como a própria denominação já diz, o zelador tem a função de zelar pelo condomínio. Em outras palavras, ele é o supervisor de todos os outros funcionários do condomínio. Estes, por sua vez, deverão repassar ao zelador todas as tarefas feitas e as que ainda devem ser concluídas. O zelador deverá supervisionar cada tarefa atribuída a cada funcionário do condomínio. Uma forma de organizar isso, seria criar uma planilha com as tarefas, os status das mesmas e o nome de cada funcionário que está responsável pela mesma. O zelador deverá cobrar, se necessário, a execução de uma tarefa. Além disso, o zelador deve manter uma aparência exemplar, que servirá de base para os outros funcionários. Manter uma boa imagem, aparência e índole é essencial para um zelador.

O zelador deve saber conversar, não só com os funcionários, mas também com os moradores e outras pessoas envolvidas na vida do condomínio, principalmente quando o síndico não estiver presente no condomínio. Vale lembrar o zelador NÃO é algum tipo de “vice-síndico” ou “síndico interino” na ausência do verdadeiro síndico. O zelador continua sendo o zelador, independentemente do caso.

Costuma-se confundir alguns zeladores com os porteiros do condomínio, mas um ponto que difere o zelador dos atendentes de portaria é justamente o fato de que o primeiro não pode ficar parado na portaria, recepcionando os visitantes. O zelador deve estar sempre se movimentando no condomínio, se atentando a problemas que estejam acontecendo, aos que poderão surgir e, principalmente, na prevenção e resolução dos mesmos.

O zelador não pode ter seu tempo tomado, demasiadamente, por moradores do condomínio, pois a função dele em si pode ser atrapalhado, caso dê muita atenção à apenas alguns moradores e se esqueça do restante de suas atribuições. Isso não significa, porém, que o mesmo deverá deixar de tratar com respeito, cordialidade e atenção os moradores. Poderá, também, avisar algum condômino que não esteja cumprindo com seus deveres de morador e esteja desrespeitando alguma regra.

Para evitar futuros e possíveis problemas, é de bom grado deixar todas as funções que o zelador irá exercer, bem claras no contrato trabalhista. Caso ele venha a exercer alguma função que esteja fora do contrato, o zelador terá direito a, no mínimo, 20% do salário contratual para cada função exercida cumulativa e cotidianamente que não constar no contrato.

FURTOS E ROUBOS NA GARAGEM DO CONDOMÍNIO.

Furtos de estepes, pneus furados, lataria amassada/riscada, janelas quebradas. Esses são algumas das ocorrências que podem ocorrer dentro de uma garagem em um condomínio. Surgem, então, as questões relacionadas à responsabilidade e ressarcimento do dano. Tal fato geralmente é discutido previamente durante assembleia geral tendo, posteriormente, suas conclusões adicionadas ao Regulamento.

Se o condomínio, durante a criação do Regulamento, deixar bem claro que não é o responsável pelos danos e furtos nas dependências do local, não terá nenhuma responsabilidade quanto à ressarcimento de danos e objetos furtados. Tal decisão sobre ressarcimento ou não, varia de condomínio a condomínio. Uma vez colocada no regulamento, imunizará o condomínio de qualquer pena relacionada à possíveis furtos e danos nas dependências da garagem.

Contudo, se o condomínio, oferecer serviços de guarda, vigilância e manobra nas garagens, terá completa responsabilidade pelo ocorrido, sendo então, obrigado a ressarcir o morador. Em caso de dano ocorrido de forma dolosa (queda de telhas, pedaços de reboco que possam vir a cair do teto, portões, ou outros objetos relacionados à infraestrutura do local) o condomínio também será responsabilizado pelos danos. Caso um funcionário do local (manobrista, auxiliar de serviços gerais, etc.) cause o dano, a responsabilidade também será do condomínio. Vale lembrar que o uso de câmeras de segurança não significa que o condomínio está oferecendo algum serviço de guarda e vigilância, pois as câmeras são apenas medidas de segurança do local como um todo.

arranhões em carros nas garagens do condomínio

Em casos onde houver um culpado e testemunhas que possam assegurar o ocorrido, o morador lesado pode entrar com ação judicial contra o suspeito. Este, por sua vez, terá que se defender perante um juiz em audiência judicial que contará com a presença da vítima. O melhor, nesses casos, seria resolver sem a necessidade de contatar a justiça, em um acordo amigável entre as partes.

Quando não se tem culpados ou provas que circunstanciem o dano/furto, o morador, não tendo como culpar outro indivíduo, arcará por si próprio com os danos sofridos.

CRIANÇAS E PISCINA: DIVERSÃO QUE PODE SE TRANSFORMAR EM PERIGO

cuidados com crianças na piscina

Com o período das férias chegando, a criançada dos condomínios tende a ficar cada vez mais nas piscinas aproveitando o verão e brincando com seus colegas. Acontece que esses momentos, que deveriam ser de diversão, podem acabar se transformando em verdadeiras tragédias. Muitos casos de afogamentos e outros acidentes envolvendo crianças em acidentes já foram noticiados na mídia, alertando sobre o perigo que ronda as piscinas.

A maioria das crianças vão para as piscinas com a intenção de apenas brincar. É nesse inocência e na falta de de noção do perigo que alguns acidentes, mais especificamente afogamentos, podem acabar tirando a vida de quem utiliza a piscina.

É imprescindível a presença de um adulto na piscina quando a mesma estiver sendo utilizada por crianças. O responsável deverá sempre estar de olhos e abertos e a postos para agir assim que necessário. É fato que a vida corrida nem sempre nos permite tirar um tempo para ficar de olho nas crianças. Uma solução seria uma organização entre os pais de modo que cada vez que, por exemplo, 5 filhos de diferentes pais forem à piscina, um responsável por qualquer uma das crianças vá. Assim, poderá haver um controle de horário e disponibilidade cabendo a quem estiver com mais tempo, ficar de olho nas crianças. O condomínio poderá realizar cursos gratuitos para os moradores sobre técnicas de primeiros socorros. Um kit de salvamento também pode ser útil.

protetor solar para crianças

O protetor solar é indispensável em todas as idades. Por mais ocasional que o uso da piscina possa ser, é necessário sempre passar protetor solar nas crianças, de preferência com o fator de proteção recomendado para cada indivíduo. Outro ponto seria evitar deixar que as crianças entrem na piscina logo após terem comido, sem ter tido o tempo mínimo recomendado para digestão.

O essencial é ficar de olho pois, em um momento de distração qualquer, o pior pode acontecer. Se todos os passos acima forem seguidos, é só aproveitar o sol, a piscina e se divertir!

5 PERGUNTAS SOBRE VISITAS NO CONDOMÍNIO

Ao se mudar para um condomínio, o morador deve se atentar em relação ao Regulamento Interno do local. Em relação às visitas, por exemplo, alguns condomínios possuem Normas que divergem em relação aos outros. Leis próprias quanto a visitação, não existem no legislativo. Quando se planeja receber uma visita, dúvidas frequentes e comuns surgem na cabeça dos condôminos. Este artigo vai esclarecer algumas das perguntas mais cotidianas quando o assunto é as visitas.

  1. Menores de idade podem autorizar a entrada de visitantes?

    Para a própria segurança das crianças e dos outros moradores, a resposta é não. Por mais amigos que uma criança tenha, ela não pode autorizar a entrada dos mesmos. Apenas os responsáveis podem autorizar a entrada de visitantes no local.

       2. O visitante pode usar a vaga na garagem para guardar o seu veículo?

    Essa questão já é um pouco mais complexa que as demais. Em alguns casos, o morador é dono, por contrato, da vaga que ele comprou no ato da aquisição da moradia, então, é uma escolha do dono da vaga que a visita estacione ou não o seu carro na mesma. Vale lembrar que é de total responsabilidade do morador que permitiu a entrada da visita, arcar com possíveis danos causados a estrutura do prédio e aos outros veículos do local.

garagem

  Alguns condomínios, liberam um quantitativo de vagas para as visitas, deixando-as estacionarem seus veículos nos locais definidos. Por outro lado, outros condomínios (isso depende bastante do Regulamento Interno), por questões de segurança, não permitem a entrada de veículos dos não-moradores, obrigando-os a estacionarem o seu carro/moto em um local próximo às dependências do local. Essa questão geralmente é melhor discutida previamente em assembleia geral, e tem suas conclusões adicionadas ao Regulamento Interno.

       3. Os visitantes tem os mesmos direitos que o condôminos quanto ao uso de áreas comuns?

     O morador, ao pagar as taxas do condomínio, está garantindo o seu direito (e o de sua família, caso houver) de usar as áreas de acesso comum. Salvo em casos de festas e eventos previamente marcados pelos moradores. Nesse caso, o morador é o responsável pela sua visita. Em suma, as visitas podem utilizar as áreas de acesso comum, desde que estejam acompanhadas e supervisionadas pelo morador. A visitas não podem privar outros moradores do uso das áreas de lazer, estar e confraternização

       4. Os moradores podem expulsar visitas que estejam fazendo arruaça?

5 dúvidas frequentes sobre as visitas no condomínio - Seu Condomínio (sistema de administração de condomínios, site de condomínio, condomínio web, software para gestão/administração de condomínio,aplicativo para condomínio) pensando sempre no melhor para o morador, síndico, zelador, porteiro e todos que estão de uma forma ou outra relacionados a um condomínio!

    O morador que libera a entrada de uma visita é o responsável por ela até que ela saia do prédio. Se as visitas estiverem causando problemas, os outros moradores devem comunicar imediatamente ao síndico os desconfortos que as visitas estão causando. Este, por sua vez, irá alertar o responsável pela visita sobre multas e outras ações que podem ser tomadas contra ela.

       5. Os moradores podem proibir que uma visita utilize a piscina?

    Sim. Por mais que a piscina seja uma área de lazer e de uso comum, ela não pertence a um só morador. Além do mais, certas medidas de segurança devem ser levadas em conta quando o assunto é a utilização da piscina por indivíduos que não residam no local (uma possível contaminação da água, por exemplo). Porém, ta questão deve ter apoio da convenção de moradores.

No geral, as visitas são controladas pelo Regulamento Interno do sistema de cada condomínio. Algumas das dúvidas respondidas logo acima, por exemplo, podem não se aplicar a certos condomínios. Em casos de eventos, o morador deve deixar uma lista com nomes, e se possível RG/CPF, de todas as visitas que poderão comparecer. Além disso, deve-se deixar avisado o nome de empresas que farão futuras entregas no local.

Treinamento no Grupo ATTA – Consultoria em Desenvolvimento de Pessoas

Treinamento realizado no Grupo ATTA afins de atualização do nosso grupo em Consultoria em Desenvolvimento de Pessoas

A IMPORTÂNCIA DA REALIZAÇÃO DE ASSEMBLEIAS NO CONDOMÍNIO

Desde o tempo das ágoras (praças onde os cidadãos gregos discutiam sobre política) e do senado romano, a reunião de pessoas para debate e expressão de ideias tem papel importante na formação da sociedade e do indivíduo. A assembleia é um bom reflexo do que eram as ágoras: locais onde pessoas se reúnem para discutirem os temas pertinentes ao meio e à sociedade em que vivem. Assim como os filósofos e os políticos eram importantes, no primeiro caso, para o debate e a formação da sociedade, os moradores são de extrema importância de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade no âmbito do condomínio.

Acontece que em muitos dos casos os moradores não tem curiosidade, não tem conhecimento de como funciona, não acham importante ou simplesmente não querem participar das assembleias. O ponto é que a assembleia, muitas das vezes, se torna a única janela onde o morador pode expressar sua opinião sobre a vida no condomínio ou como ele está sendo gerido pela administração. O pior é que a ausência dos moradores compromete não só o condomínio como um todo, mas também cada morador, de forma individual. Além de deixar de exercer seu direito à democracia, o condômino pode ficar por fora das próximas mudanças que irão afetar o condomínio (principalmente as financeiras) haja visto que não estava presente quando as mesmas foram debatidas.
Pensando no nível de evasão dos moradores no que se diz respeito às assembleias, a Seu Condomínio preparou algumas dicas para síndicos e administradores preencherem um pouco mais os salões de reunião do condomínio e tornar as assembleias mais produtivas. Confira:
Se possível, estabeleça um limite para o uso de procurações: Para algumas decisões importantes sobre o condomínio, por exemplo, é necessária a aprovação de 2/3 de todos os moradores. A ausência dos moradores, que geralmente é substituída por procurações, o impede de ter uma noção melhor do que pode ser útil ou não para o condomínio. Ao abusar das procurações, o morador só tende a perder ainda mais a vontade e interesse de ir às assembleias, tendo vista que ele percebe que sua presença pode ser substituída por um documento que está o representando.

Não deixe que a assembleia se torne algo longo e chato: Outra coisa que propicia a evasão de moradores das assembleias nos condomínios é o fato de que ocorre muito desvio dos temas e pautas do condomínio, o que acaba por deixar as assembleias longas e cansativas. É importante deixar os temas e as pautas bem claras desde o início e manter o foco em cada uma dessas vertentes. Claro que o morador tem espaço para expressar sua ideia, porém o síndico tem que saber tomar a palavra para si quando perceber que o assunto vai demorar mais que o previsto. É importante lembrar que os moradores também possuem uma vida profissional e familiar, então não os prenda muito na assembleia!

O síndico tem papel fundamental na participação dos moradores nas assembleias: Marcar reuniões em horários alternativos pode contribuir para uma maior presença dos moradores na assembleia no condomínio. Uma sugestão seria entre segunda e terça-feira, após as 20h. Assim, no início da semana, os moradores possivelmente estarão com uma maior disposição para a assembleia. O horário também permite que os moradores cheguem de seus trabalhos e se encaminhem para a assembleia. Você ainda pode colar avisos no mural e nos elevadores, convidando os residentes a participar da reunião.

discussão na assembleia de condomínio

Evite debates mais “calorosos” na reunião: Por ser um evento no qual os moradores expressam seu ponto de vista, em certos casos, existe a possibilidade de algum desentendimento ou conflito ocorrer entre duas partes. Ao notar que dois moradores com opiniões contrárias estão transformando seus direitos de fala em armas que podem levar à alguma intriga, você deve tomar as rédeas da situação e mediar a paz entre os mesmos. Não apoie diretamente nenhum dos lados para evitar criar uma imagem de preferência em relação a um ponto de vista, isso pode irritar o outro ainda mais.

Clima dinâmico: Evite ser muito formal durante a assembleia. Não precisa ser exatamente um pessoa muito formal durante a reunião, até porque alguns dos presentes provavelmente já o conhecem há algum tempo. Claro, é importante manter a compostura e não fugir do profissionalismo.

A assembleia é um ponto fundamental na organização de um condomínio. Não deixe de realizá-la, mesmo se o volume de moradores for pequeno!

ANTECIPAÇÃO DO PLANEJAMENTO ANUAL

Com o final do ano de 2016 chegando, muitos síndicos e administradoras já começam a se programar em relação às contas do condomínio. Na realidade, todos que estão ligados ao condomínio já começam a realizar sua previsões até o final do ano, visando uma economia que poderá sem convertida em alguma melhora financeira, uma viagem ou naqueles presentes especiais nas festas de fim de ano. Com o atual momento financeiro ao qual o Brasil está submetido, não é de se estranhar que empresas, síndicos e administradores já estejam pensando nos últimos dias do ano e, por que não, no próximo que virá. Os moradores também já começam a planejar seus gastos com as festas, presentes e viagens que são comuns no período.

Além de ser importante realizar tal planejamento no momento atual de crise no setor econômico brasileiro, o último plano de ações do condomínio é , talvez, o mais significativo do ano, pois as últimas receitas do período são as que servirão de base para montar o planejamento anual do próximo ano. Todas as receitas e despesas devem ser levadas em conta, tanto as que foram quanto as que virão. É a hora, também, de juntar todos os erros do ano e repensá-los, afim de não repeti-los. Cada despesa e receita deverá ser reavaliada.
Outro ponto que deve entrar no planejamento é o décimo terceiro salário dos funcionários. O salário que deverá ser pago aos trabalhadores que atuam no condomínio costuma pesar bastante no fechamento das contas e não deve ser esquecido. Além disso, há também as cestas de Natal que são entregues para os funcionários.

planejamento para festas de fim de ano

As áreas comuns também devem receber atenção especial, tendo em vista o maior número de agendamentos em virtude do aumento da frequência de reuniões festeiras. As leis que dizem respeito ao barulho excessivo no condomínio devem ser relembradas para evitar conflitos e mal-estar por parte dos moradores.

Com as festas de fim de ano, a inadimplência por parte dos moradores só tem tendência a subir, tendo em vista que os mesmos estarão ocupados com a realização de suas festas familiares. O valor da taxa condominial é muitas vezes deixado em segundo plano, frente ao simbologismo da ceia e da troca de presentes. Para um síndico de um condomínio que necessita das taxas condominiais para não fechar o ano no vermelho, a falta de pagamento com certeza não é motivo de festa. Contar com a total adimplência dos moradores fica ainda mais difícil no período.

Alerte os moradores sobre as taxas condominiais e o risco do condomínio fechar no vermelho, cole cartazes no Hall e no elevador, afim de educar e conscientizar os condôminos. Outro saída também, seria a antecipação da cobrança da taxa condominial, para que não ocorra desculpas que envolvam gastos com as festas. Lembre os moradores de que as taxas são de responsabilidade deles assim como uma boa administração, que depende bastante da receita proveniente das taxas, é responsabilidade do síndico.

Prós e contras morar em um condomínio-clube

A busca por segurança, conforto e lazer tem feito com que muitos cidadãos optem por morar em condomínios, principalmente em condomínios-clube.

Os condomínios-clube nasceram com o intuito de oferecer maior diversidade aos seus moradores no quesito de lazer; sem a necessidade de procurar algo fora do edilício. Alguns possuem até mesmo mercado, salão de beleza e lavanderias.

Contudo, por trás de vantagens e inúmeras opções de entretenimento, está escondido alguns pontos negativos específicos nesses empreendimentos. Como o ambiente é grande, é indispensável ter alguém responsável pelo local. Geralmente, o que chama mais a atenção nos clubes são as áreas verdes, por isso, o síndico deve investir na contratação de profissionais que façam todas as reformas, limpeza e obras – maneira de valorizar e agradar os condôminos.

 

Prós

Maior diversidade e lazer

Os edilícios espalhados pelo Brasil apresentam maior diversidade quando se trata de lazer, isso porque são inúmeras as atividades que o empreendimento oferece, tais como jardins, área de recreação, quadras esportivas, sauna, piscinas, sala de ginástica, sala de jogos, espaço gourmet e muito mais.

 

Segurança eficiente

Quanto maior o espaço, maior a segurança. O condomínio clube, além de garantir um número grande de profissionais trabalhando, garante também produtos de alta tecnologia para a proteção de todos.

 

Taxas condominiais mais baixas

Por ter um número mais elevado de unidades, os valores das taxas ficam mais acessíveis ao bolso do morador, pois todos dividem os custos dos benefícios oferecidos.

 

Valorização cada vez maior

Com uma instrutura ampla, a valorização do imóvel tende a ser maior, mas, claro, não é só os benefícios que garantem a valorização, como também a escolha do local e a conservação do condomínio.

 

Contras

Má administração

O risco de uma má administração é evidente, já que o empreendimento conta com excesso de pessoas e diferentes funções. As atividades, assim como as contas, podem se acumular e gerar sérias discussões.

 

Áreas privativas menores

O espaço privativo pode ser menor, pois, as áreas comuns se tornam uma extensão da unidade. Muitos moradores se encantam com os benefícios do edilício, esquecendo-se do lugar que acabam por passar a maior parte do tempo, a própria unidade. Por isso, é preciso certificar-se sobre o tamanho do espaço privado e, também, verificar se o mesmo atende o que a família espera.

 

Falta de privacidade

Com o excesso de pessoas que moram no edifício, a privacidade de cada um pode ser menor. Pegar o elevador vazio pode ser raro, o risco de altas ocorrências é grande, até tirar o veículo da garagem pode gerar em confusões, já que o número de carros certamente é bem maior.

Apesar dos prós e contras oferecidos a quem vive na localidade, o ideal para a escolha de morar em um condomínio-clube é saber se o mesmo atende as necessidades da família, que atualmente procuram sair do âmbito público e inseguro no qual vivem.

Primeiros socorros no condomínio

Por se tratar de um local com alta circulação de pessoas, o condomínio precisa estar preparado para lidar com situações de risco à saúde, e que envolvem emergência.

Para realizar um atendimento de primeiros socorros não é necessário ser nenhum especialista, mas, sim, ter noção sobre salvamentos e poder efetuá-los  em casos de acidentes, desmaios, convulsões, asmas, queimaduras e problemas cardíacos.

O condomínio pode formar alguns de seus funcionários na área. De acordo com a norma NR-05 do Ministério do Trabalho, é obrigatório que pelo menos um funcionário seja formado pela CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). No curso é disponibilizadas informações sobre primeiros socorros e cuidado ao ambiente de trabalho.

A norma NR-07 regulamentada pelo Ministério de Trabalho trata em seu artigo 7.5.1 que: “Todo estabelecimento deverá estar equipado com material necessário à prestação dos primeiros socorros, considerando-se as características da atividade desenvolvida; manter esse material guardado em local adequado e aos cuidados de pessoa treinada para esse fim”. Dessa forma, é importante que o edilício contenha um kit de socorro, pois, o trabalhador ou morador que realizará o atendimento nem sempre o tem. O kit básico conta, normalmente, com luvas, máscara, gaze, esparadrapo, soro fisiológico, algodão, colar cervical e tesouras.

Caso não exista no edifício qualquer pessoa que saiba lidar com o problema, é necessário que o síndico faça o curso para melhor atender o local.

Orientação do Corpo de Bombeiros

– Quando uma vítima estiver desacordada, deve ser realizada uma massagem cardíaca.

– Em caso de convulsão, a vítima deve ser deitada de lado, a mão deve apoiar a cabeça e a perna permanecer em cima da outra.

– Quando ocorre uma queimadura, o local deve ser lavado com água corrente. Nada de aplicar produtos como pasta de dente, pode afetar ainda mais a pele.

– Quando a vítima está engasgada, deve-se posicionar atrás, fechar a mão entre a região do umbigo e a boca do estômago, aplicando-se compreensões abdominais.

– Em caso de emergência deve ser acionado pelo 193 o Corpo de Bombeiros imediatamente. Quem está realizando a ligação deve manter a calma, para que o salvamento seja enviado com rapidez.

DICAS PARA O PLANTIO DE ÁRVORES NO CONDOMÍNIO

As árvores desempenham um papel de grande importância em nossas vidas. Além de deixar o local em que estão presentes mais bonitos, elas contribuem bastante para a qualidade de vida e para o meio ambiente. Assim quando se fala em plantio de árvores em condomínios, a inciativa deve ser bem planejada e requer, além de um excelente espaço, tratamento especializado. Pensando nisso é que vamos citar agora algumas dicas que são de grande importância para quem deseja plantar uma árvore em um condomínio, veja.

No apartamento

Se você está pensando em plantar uma árvore em um vaso em seu próprio apartamento, escolha as de pequeno porte, que não possuem raízes muito extensas, e não se esqueça de adquirir um vaso que seja adequado para a que você escolheu. Algumas espécies como jabuticabeiras, pitangueiras, acerolas e romãzeiras podem ser plantadas em vasos.

No condomínio

Antes de plantar uma árvore no jardim do condomínio é importante que se considere o tamanho em que ela vai chegar no futuro. Na área comum docondomínio, podem ser plantadas árvores pequenas, médias e grandes e algumas que sejam aromáticas.

Em áreas de passeio público do condomínio ou calçadas, é bom que se evite o plantio de árvores que possuam raízes superficiais, pois elas podem fazer com que o piso seja rompido. Não se esqueça de dar atenção à distância em que serão plantadas.